PELE DE GATO RECOMENDA
- Buraco do Galo - Em Oswaldo Cruz, Roda de Samba de primeira comandada por Edinho Oliveira com as maravilhosas Pastoras , ambiente familiar cerveja em garrafa e tira-gostos saborosos,vale apena conferir, todo primeiro sábado do mês - Rua Dna Vicência
- Sambastião - Na Rua do Russel - Glória , Roda de Samba apadrinhada por Ataulpho Alves Jr. acontece aos sábados na praça Luiz de Camões (grátis) horário de 15:00h as 22:00h. Cerveja gelada,caldos e tira-gostos maravilhosos.
- Terreiro de Crioulo - Na rua do Imperador 1075 - Realengo - acontece sempre nos segundos sábados de cada mês , muito partido Alto , Jongo e Sambas de Terreiros, a roda é comandada por Paulo Henrique Mocidade.
- Samba da Ouvidor - Esquina da Rua do Mercado e em frente a Rua do Ouvidor , acontece de 15 em 15 dias aos sábados com início ás 15:00h(confira datas no blog do Samba do Ouvidor)-
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- Terreiro de Crioulo - Na rua do Imperador 1075 - Realengo - acontece sempre nos segundos sábados de cada mês , muito partido Alto , Jongo e Sambas de Terreiros, a roda é comandada por Paulo Henrique Mocidade.
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Vale a Pena Ver
- Noel Poeta da Vila -Filme contando parte da vida de Noel Rosa. -(Muito Bom)
- "O Mistério do Samba" - Documentário sobre a Velha Guarda da Portela. - (Ótimo)
- Música para os Olhos - Documentário sobre a vida de Cartola. - (Bom)
- Nas batidas do Samba - Documentário sobre a evolução do Samba.- (Ótimo)
- "O Mistério do Samba" - Documentário sobre a Velha Guarda da Portela. - (Ótimo)
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- Nas batidas do Samba - Documentário sobre a evolução do Samba.- (Ótimo)
- A Elegância do Samba - Documentário sobre a vida de Walter Alfaiate. - (Bom)
"UM SENHOR DE RESPEITO" - SÉRIE PUXANDO CONVERSA
PARTIDO ALTO
CLUBE DO SAMBA
UM PRETO VELHO CHAMADO CATONI
Sebastião Vitorino Teixeira dos Santos
13/5/1930 Ouro Preto, MG
8/8/1999 Rio de Janeiro, RJ
BIOGRAFIA
Compositor. Cantor. Instrumentista. Sanfoneiro.
Falava nagô fluentemente, língua que aprendeu com a avó, ex-escrava, que viveu 100 anos.
Pertenceu à Ala dos Compositores da Escola Vai Se Quiser, que mais tarde se uniu à Escola Corações Unidos de Jacarepaguá formando o Grêmio Recreativo União de Jacarepaguá.
Totalizou 12 sambas-enredos compostos para essas escolas. Mais tarde, em 1966, levado por Natal da Portela, ingressou na Ala dos Compositores da Escola de Madureira.
Faleceu dia 8 de agosto de 1999, sendo sepultado no cemitério da Pechincha, no Rio de Janeiro.
DADOS ARTÍSTICOS
BIOGRAFIA
Compositor. Cantor. Instrumentista. Sanfoneiro.
Falava nagô fluentemente, língua que aprendeu com a avó, ex-escrava, que viveu 100 anos.
Pertenceu à Ala dos Compositores da Escola Vai Se Quiser, que mais tarde se uniu à Escola Corações Unidos de Jacarepaguá formando o Grêmio Recreativo União de Jacarepaguá.
Totalizou 12 sambas-enredos compostos para essas escolas. Mais tarde, em 1966, levado por Natal da Portela, ingressou na Ala dos Compositores da Escola de Madureira.
Faleceu dia 8 de agosto de 1999, sendo sepultado no cemitério da Pechincha, no Rio de Janeiro.
DADOS ARTÍSTICOS
Ainda menino, tocava sanfona e cantava calangos em Ouro Preto. Aos 13 anos, mudou-se para o subúrbio de Jacarepaguá no Rio de Janeiro. O pseudônimo Catoni lhe foi dado por ter morado com uma família italiana. Por essa época, compôs o seu primeiro samba "Vai, meu amor".
Fez parte da ala de compositores de várias escolas, mas obteve algum sucesso quando ingressou na Ala de Compositores da Portela.
No ano de 1967, a Portela desfilou com o samba-enredo de sua autoria: "Tal dia é o batizado" (c/ Jabolô e Valtenir), com o qual a escola classificou-se em sexto lugar. Neste mesmo ano, Elizete Cardoso, no disco "Viva o samba!", lançado pela gravadora Copacabana, interpretou de sua autoria "Perdi a namorada", em parceria com Jabolô e Waltenir.
Em 1970, compôs com Jabolô e Valtemir o samba-enredo "Lendas e mistérios da Amazônia", com o qual a Portela desfilou naquele ano, classificando-se em 1° lugar. Dois anos depois, em 1972, Elizeth Cardoso gravou de sua autoria, também em parceria com Jabolô e Valtemir, o samba "Perdi a namorada".
No ano de 1974, dois outros sambas seus foram gravados por outros artistas: "Se eu perdi, você me dá" e "Bom-dia, Salgueiro", tendo sido este último inscrito em um concurso de samba no Salgueiro e conseguido uma boa colocação. Neste mesmo ano, ao lado de Wilson Moreira, Edson Menezes, Gracia do Salgueiro e Ary do Cavaco, entre outros, participou do LP "Olé do partido alto", no qual interpretou de sua autoria "Quero ver você negar", em parceria com Bira. No ano seguinte, em 1976, Eliana Pittman interpretou "No meio do povo", parceria com o poeta e letrista Sérgio Fonseca e Joel Menezes. Neste mesmo ano, Sônia Lemos gravou "Berimbau amarelo" (c/ Bira) e Agepê interpretou de sua autoria "Jeito de tatuagem", também em parceria com Bira.
Em 1977, compôs "A festa da aclamação" (c/ Jabolô, Dedé da Portela e Valtemir), samba-enredo com o qual a Portela classificou-se em segundo lugar no campeonato daquele ano. No ano seguinte, Roberto Ribeiro gravou "Isso não são horas" (c/ Xangô da Mangueira e Chiquinho) e Paulinho da Viola interpretou "Cenários", parceria com Jorge Mexeu.
No ano de 1979, Clementina de Jesus gravou o disco "Clementina e convidados". No LP, produzido pela EMI, incluiu "Laçador", parceria de Clementina e Catoni.
Apresentou-se várias vezes em clubes tocando instrumentos de percussão e sanfona, como o Clube Renascença.
No ano de 1997, Roberto Lara o convidou a fazer uma participação especial em seu CD "Tomando de assalto". Neste disco, Catoni interpretou "Vertigem", parceria com o poeta e professor de literatura Sérgio Fonseca.
No ano de 2000, Marquinhos de Oswaldo Cruz, no disco "Uma geografia popular", interpretou "Tem zoeira", de Catoni em parceria com Jabolô.
Em 2001, Roberto Lara, no disco "Em casa", regravou "Vertigem", de Catoni e Sérgio Fonseca.
No ano de 2003, a Portela, ao lado da Tradição, Império Serrano e Viradouro, foi uma das Escolas de Samba que optaram em comemorar o 20º aniversário do Sambódromo, quando foi construída a "Passarela do Samba", levando para a avenida sambas-enredo anteriores a 1984. A Portela escolheu o samba-enredo que lhe deu o título de 1970: "Lendas e mistérios da Amazônia", de Catoni, Jabolô e Waltenir. Com este samba-enredo de sua autoria, a Águia desfilou no carnaval de 2004, classificando-se em 7º lugar no Grupo Especial.
No ano de 2009 Clarice Magalhães regravou "Vertigem" (Catoni e Sérgio Fonseca) no disco "Meu saravá", lançado pelo selo Cedro Rosa.
Em 2010 suas composições "Redenção" (c/ João da Paz) e "Os arcos", em parceria com Evandro Lima e Sérgio Fonseca, esta última com a participação especial de Adelzon Alves, foram incluídas no CD "O Canto da Baixada", de Bira da Vila.
Entre seus diversos parceiros estão Carlito Cavalcanti e o professor de literatura Sérgio Fonseca, com quem tem dezenas de composições inéditas
Fez parte da ala de compositores de várias escolas, mas obteve algum sucesso quando ingressou na Ala de Compositores da Portela.
No ano de 1967, a Portela desfilou com o samba-enredo de sua autoria: "Tal dia é o batizado" (c/ Jabolô e Valtenir), com o qual a escola classificou-se em sexto lugar. Neste mesmo ano, Elizete Cardoso, no disco "Viva o samba!", lançado pela gravadora Copacabana, interpretou de sua autoria "Perdi a namorada", em parceria com Jabolô e Waltenir.
Em 1970, compôs com Jabolô e Valtemir o samba-enredo "Lendas e mistérios da Amazônia", com o qual a Portela desfilou naquele ano, classificando-se em 1° lugar. Dois anos depois, em 1972, Elizeth Cardoso gravou de sua autoria, também em parceria com Jabolô e Valtemir, o samba "Perdi a namorada".
No ano de 1974, dois outros sambas seus foram gravados por outros artistas: "Se eu perdi, você me dá" e "Bom-dia, Salgueiro", tendo sido este último inscrito em um concurso de samba no Salgueiro e conseguido uma boa colocação. Neste mesmo ano, ao lado de Wilson Moreira, Edson Menezes, Gracia do Salgueiro e Ary do Cavaco, entre outros, participou do LP "Olé do partido alto", no qual interpretou de sua autoria "Quero ver você negar", em parceria com Bira. No ano seguinte, em 1976, Eliana Pittman interpretou "No meio do povo", parceria com o poeta e letrista Sérgio Fonseca e Joel Menezes. Neste mesmo ano, Sônia Lemos gravou "Berimbau amarelo" (c/ Bira) e Agepê interpretou de sua autoria "Jeito de tatuagem", também em parceria com Bira.
Em 1977, compôs "A festa da aclamação" (c/ Jabolô, Dedé da Portela e Valtemir), samba-enredo com o qual a Portela classificou-se em segundo lugar no campeonato daquele ano. No ano seguinte, Roberto Ribeiro gravou "Isso não são horas" (c/ Xangô da Mangueira e Chiquinho) e Paulinho da Viola interpretou "Cenários", parceria com Jorge Mexeu.
No ano de 1979, Clementina de Jesus gravou o disco "Clementina e convidados". No LP, produzido pela EMI, incluiu "Laçador", parceria de Clementina e Catoni.
Apresentou-se várias vezes em clubes tocando instrumentos de percussão e sanfona, como o Clube Renascença.
No ano de 1997, Roberto Lara o convidou a fazer uma participação especial em seu CD "Tomando de assalto". Neste disco, Catoni interpretou "Vertigem", parceria com o poeta e professor de literatura Sérgio Fonseca.
No ano de 2000, Marquinhos de Oswaldo Cruz, no disco "Uma geografia popular", interpretou "Tem zoeira", de Catoni em parceria com Jabolô.
Em 2001, Roberto Lara, no disco "Em casa", regravou "Vertigem", de Catoni e Sérgio Fonseca.
No ano de 2003, a Portela, ao lado da Tradição, Império Serrano e Viradouro, foi uma das Escolas de Samba que optaram em comemorar o 20º aniversário do Sambódromo, quando foi construída a "Passarela do Samba", levando para a avenida sambas-enredo anteriores a 1984. A Portela escolheu o samba-enredo que lhe deu o título de 1970: "Lendas e mistérios da Amazônia", de Catoni, Jabolô e Waltenir. Com este samba-enredo de sua autoria, a Águia desfilou no carnaval de 2004, classificando-se em 7º lugar no Grupo Especial.
No ano de 2009 Clarice Magalhães regravou "Vertigem" (Catoni e Sérgio Fonseca) no disco "Meu saravá", lançado pelo selo Cedro Rosa.
Em 2010 suas composições "Redenção" (c/ João da Paz) e "Os arcos", em parceria com Evandro Lima e Sérgio Fonseca, esta última com a participação especial de Adelzon Alves, foram incluídas no CD "O Canto da Baixada", de Bira da Vila.
Entre seus diversos parceiros estão Carlito Cavalcanti e o professor de literatura Sérgio Fonseca, com quem tem dezenas de composições inéditas
NOEL ROSA - CURTA METRAGEM
Curta-metragem produzido pela BossaFilmes por ocasião do centenário de nascimento de Noel Rosa. Selecionado para o 6° Prêmio BRAVO! Bradesco Prime de Cultura.
DICRÓ
É, LÁ SE VAI MAIS UM MALANDRO, MAIS UM SAMBISTA, MAIS UM HUMORISTA, DAQUI UM POUCO O CÉU VAI TER MAIS BAMBAS QUE AQUI NA TERRA !!!! DICRÓ O MALANDRO DE RAMOS, DO RIO DE JANEIRO, DO BRASIL, FEZ PARCERIA COM OUTRO GRANDES MALANDROS....BEZERRA E MOREIRA..FIGURAS QUE JÁ NÃO EXISTEM MAIS NOS DIAS DE HOJE, MALANDROS DE VERDADE NO SENTIDO BOM DA PALAVRA...FIZERAM COM SUAS MÚSICAS IRREVERENTES NOSSA ALEGRIA, ALEGRIA ESSA QUE SE APAGA MAIS UM POUQUINHO COM A PARTIDA DE DICRÓ.....SALVE A MALANDRAGEM CARIOCA....SALVE BEZERRA ,MOREIRA E DICRÓ.
ABAIXO UM VÍDEO COM OS 03 MALANDROS!!!!
BEZERRA,MOREIRA E DICRÓ
MALANDRO - SUA HISTÓRIA - MUITO CONTRÁRIO QUE A MAIORIA PENSA ESSE MALANDRO É DO BEM !!!!!!!
Jose Emerenciano nasceu em Pernambuco, filho de uma escrava forra com seu ex-dono, teve algumas oportunidades na vida. Trabalhou em serviços de gabinete, mas não suportava a rotina. Estudou, pouco, pois não tinha paciência para isso. Gostava mesmo era de farra, bebida e mulheres, não uma ou duas, mas muitas. Houve uma época em que estava tão encrencado em sua cidade natal que teve que fugir e tentar novos ares. Foi assim que Emerenciano surgiu na Cidade Maravilhosa. Sempre fiel aos seus princípios, está claro que o lugar escolhido havia de ser a Lapa, reduto dos marginais e mulheres de "vida fácil" na época. Em pouco tempo passou a viver do dinheiro arrecadado por suas "meninas", que apaixonadas pela bela estampa do negro, dividiam o pouco que ganhavam com o suor de seus corpos. Não foram poucas as vezes que Emerenciano teve que enfrentar marginais em defesa daquelas que lhe davam o pão de cada dia. E que defesa! Era impiedoso com quem ousasse atravessar seu caminho. Carregava sempre consigo um punhal de cabo de osso, que dizia ser seu amuleto, e com ele rasgara muita carne de bandido atrevido, como gostava de dizer entre gargalhadas, quando nas mesas dos botecos de sua preferência. Bebia muito, adorava o álcool, desde a cachaça mais humilde até o isque mais requintado. E em diversas ocasiões suas meninas o arrastaram praticamente inconsciente para o quarto de uma delas. Contudo, era feliz, ou dizia que era, o que dá quase no mesmo. Até que conheceu Amparo, mulher do sargento Savério. Era a visão mais linda que tivera em sua existência. A bela loura de olhos claros, deixava-o em êxtase apenas por passar em sua frente. Resolveu mudar de vida e partiu para a conquista da deusa loura, como costumava chama-la. Parou de beber, em demasia, claro! Não era homem também de ser afrouxado por ninguém, e uns golezinhos aqui e ali não faziam mal a ninguém. Dispensou duas de suas meninas, precisava ficar com pelo menos uma, o dinheiro tinha que entrar, não é? Julgava-se então o homem perfeito para a bela Amparo. Começou então a cercar a mulher, que jamais lhe lançara um olhar. Aos amigos dizia que ambos estavam apaixonados e já tinha tudo preparado para levá-la para Pernambuco, onde viveriam de amor. Aos poucos a história foi correndo, apostas se fizeram, uns garantiam que Emerenciano, porreta como era, ia conseguir seu intento. Outros duvidavam Amparo nunca demonstrara nenhuma intimidade por menor que fosse que justificasse a fanfarronice do homem. O pior tinha que acontecer, cedo ou tarde. O Sargento foi informado pela mulher da insistente pressão a que estava submetida. Disposto a defender a honra da esposa marcou um encontro com o rival. Emerenciano ria, enquanto dizia aos amigos: - É claro que vou, ele quer me dar a mulher? Eu aceito! Vou aqui com meu amigo... - E mostrava seu punhal para quem quisesse ver. Na noite marcada vestiu-se com seu melhor terno e dirigiu-se ao botequim onde aconteceria a conversa. Pediu uísque, não era noite para cachaça, e começou a bebericar mansamente. Confiava em seu taco e muito mais em seu punhal. Se fosse briga o que ele queria, ia ter. Ao esvaziar o copo ouviu um grito atrás de si: - Safado! - Levantou-se rapidamente e virou-se para o chamado. O tiro foi certeiro. O rosto de Emerenciano foi destroçado e seu corpo caiu num baque surdo. Recebido no astral por espíritos em missão evolutiva, logo se mostrou arrependido de seus atos e tomou seu lugar junto a falange de Zé Pelintra. Com a história tão parecida com a do mestre em questão, outra linha não lhe seria adequada. Hoje, trabalhador nos terreiros na qualidade de Zé Pelintra do Cabo, diverte e orienta com firmeza a quem o procura. Não perdeu, porém, a picardia dos tempos de José Emerenciano. Sarava Seu Zé Pelintra!
OBS: A Umbanda de Zé Pelintra é voltada para a prática da caridade ,fora dela não há salvação, tanto espiritual quanto material (Ajuda entre irmãos), propagando que o respeito ao ser humano, é a base fundamental para o progresso de qualquer sociedade. Zé Pelintra também prega a TOLERÂNCIA RELIGIOSA, sem a qual o homem viverá constantemente em guerras. Para Zé Pelintra, todas as religiões são boas, e o princípio delas é fazer o homem se tornar espiritualizado, se aproximando cada vez mais dos valores reais, que são Deus e as obras espirituais.
OBS 2: GOSTARIA DE DEIXAR BEM CLARO QUE NÃO SOU RELIGIOSO,NÃO DEFENDO NEM FAÇO APOLOGIA A NENHUMA RELIGIÃO, PORÉM PREGO A LIBERDADE RELIGIOSA E APESAR DE NÃO TER UMA, DEPOIS DO MOMENTO EM QUE MAIS PRECISEI DE FORÇAS POSITIVAS ELAS VIERAM DE TODAS.....CRISTÃOS,CATÓLICOS, UMBANDISTAS, TODOS LEVARAM SUAS PRECES PARA O MESMO DEUS SUPREMO, HOJE COLOCO EM PRÁTICA A RELIGIÃO QUE APRENDI COM MEU SAUDOSO SOGRO.....O AMOR !!!!!
O SAMBISTA ISMAEL SILVA - UM DOS MAIORES MALANDROS DO HISTÓRIA DO RJ
OBS: A Umbanda de Zé Pelintra é voltada para a prática da caridade ,fora dela não há salvação, tanto espiritual quanto material (Ajuda entre irmãos), propagando que o respeito ao ser humano, é a base fundamental para o progresso de qualquer sociedade. Zé Pelintra também prega a TOLERÂNCIA RELIGIOSA, sem a qual o homem viverá constantemente em guerras. Para Zé Pelintra, todas as religiões são boas, e o princípio delas é fazer o homem se tornar espiritualizado, se aproximando cada vez mais dos valores reais, que são Deus e as obras espirituais.
OBS 2: GOSTARIA DE DEIXAR BEM CLARO QUE NÃO SOU RELIGIOSO,NÃO DEFENDO NEM FAÇO APOLOGIA A NENHUMA RELIGIÃO, PORÉM PREGO A LIBERDADE RELIGIOSA E APESAR DE NÃO TER UMA, DEPOIS DO MOMENTO EM QUE MAIS PRECISEI DE FORÇAS POSITIVAS ELAS VIERAM DE TODAS.....CRISTÃOS,CATÓLICOS, UMBANDISTAS, TODOS LEVARAM SUAS PRECES PARA O MESMO DEUS SUPREMO, HOJE COLOCO EM PRÁTICA A RELIGIÃO QUE APRENDI COM MEU SAUDOSO SOGRO.....O AMOR !!!!!
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